Da raiva ao amor: a arte da auto-intervenção

Posted By Rafael Reinehr on 1 ago 2019 | 0 comments


Uma prática para ajudá-lo a parar de resistir à sua raiva e se relacionar com ela com consciência, para que você possa libertar-se do estrangulamento da raiva.

A raiva é desconfortável, mas também é viciante! Em situações difíceis, a raiva surge como um mecanismo de defesa, uma ferramenta para ajudá-lo a energizar para que você possa lidar com o que catalisou o sentimento. Nós nos convencemos de novo e de novo, sempre que ficamos com raiva, que o fogo interior da raiva nos ajudará a lidar com o que quer que seja ou com quem nos feriu. Poucos sabem que muitas vezes nos prejudicamos ainda mais profundamente, permitindo que a toxicidade tome conta.

A boa notícia é que podemos intervir em momentos de raiva, à medida que aprendemos que deixar a raiva nos controlar é frequentemente o maior inimigo de todos. Então, da próxima vez que você estiver em uma situação que desencadeie uma reação de raiva, experimente esta prática de auto-intervenção.

Uma prática para mudar da raiva para o amor:

1 – Reconheça sua raiva quando ela surgir. Suprimir a raiva apenas torna o sentimento mais intenso e insuperável.

2 – Considere se há algo concreto que você possa fazer ou dizer para melhorar a situação (como deixar a sala onde uma conversa acalorada ocorreu ou dar um passeio para esfriar).

3 – Se não há nada que você possa fazer no momento, mantenha sua atenção no simples reconhecimento de sua raiva. O simples gesto de direcionar a sua mente para administrar a situação com a consciência plena já impede a visão do túnel. Este é um ato de autocuidado.

4 – Se parecer impossível tolerar o desconforto de sua raiva, tente abrir sua perspectiva. Pense em todas as coisas pelas quais você é grato no momento. Isso pode ajudá-lo a mudar sua percepção da situação em questão.

5 – Acredite ou não, aceitar a nós mesmos – com raiva, como podemos ser – é um ato de compaixão e de amor. Esses momentos sempre vêm e vão de novo e de novo. A grande questão, então, a se perguntar é, como eu posso alquimizar essa raiva em algum ato de amor?

Artigo original de Sharon Salzberg, em 30 de outubro de 2018, na Mindful.org. Traduzido por Liz Ghellere para o Consciência Plena. Distribuído livremente em língua portuguesa com caráter informativo e educacional.

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